ESTÓRIAS...

ESTÓRIAS...

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

O MILAGRE

Hoje é domingo. O domingo sempre foi especial para mim.
O domingo representa festa e celebração.
Jesus ressuscitou em um domingo, então o domingo é o dia do Senhor.
Muitos não crêem nesse fato, mas que o Cristo ressuscitou; isso é verdade. Ele é um milagre. E milagres acontecem o tempo todo, só que nossas mentes limitadas não nos deixam perceber e aceitar essa realidade.
Renascer das cinzas é possível!

Eu tenho visto muitos acontecimentos surpreendentes na vida de algumas pessoas, e muitas delas já haviam perdido tudo ou quase tudo, mas viram uma luz se acender para elas nas palavras de Cristo. E assim, buscaram e esperaram por um milagre, então o milagre aconteceu.

Sempre gosto de deixar bem claro que: quando falo de Cristo, falo do Cristo distante das ideologias religiosas. Falo do Cristo humano, mais humano que divino.
É o Cristo que através da PALAVRA curava as pessoas, porque às suas palavras libertavam a todos que buscavam por elas através Dele. Suas palavras tocavam de tal maneira as pessoas que elas podiam olhar para dentro de si, e sentir que eram merecedoras da vida. Porque a vida é um milagre, é um grande e único acontecimento.

O domingo é um dia de festa, porque é um dia que dá um novo inicio à semana, então podemos pensar em fazer tudo diferente e renovar a nossa mente e o nosso coração.

Cristo ressuscitou em um domingo, mas Ele sempre estará vivo para aqueles que o buscarem independente de datas ou comemorações. Porque Ele estará vivo para sempre através de suas palavras que geram vida.

E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós, cheio de amor e de verdade, e vimos a sua glória, como a glória do unigênito do Pai.
João 1: 14 Bíblia

lita duarte


Texto escrito em fevereiro de 2008.

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

O MANO Z.

O Z. era o cara! Ele era dos meus irmãos o mais bonito, loiro, sarado comunicativo e muito agitado.
O Z. morava em São Paulo, na casa de minha irmã mais velha que, nessa época já era casada.
Todas às vezes que o Z. ia nos visitar, era uma festa. Lembro de uma data especial. Foi o ano de 1967. O Z. avisou meus pais que iria levar sua noiva para que nós a conhecêssemos. Lembro que minha mãe ficou agitada com os preparativos para receber tão importante pessoa. A própria época era especial, pois era dezembro, o mês do meu querido Natal. Sempre gostei do Natal, sempre foi um dia de muita alegria para mim e meus familiares. Mas aquele ano foi muito especial, foi um ano de muitas mudanças.

Num certo dia de dezembro, eu fui junto com meus dois irmãos, J. e T. na estação de trens para esperarmos o Z. e sua noiva chegarem. Ah, era muito bom ficar ali, naquela estação vendo os trens que chegavam e os trens que partiam, eu adorava observar o movimento geral. Mas o trem em que o Z. e sua noiva chegariam, estava demorando demais. Os meus irmãos ficavam tentando me acalmar, mas eles sabiam que eu só iria ficar sossegada na hora em que visse o Z. na minha frente.

Finalmente o trem chegou. No meio da multidão surgiu o Z. e sua noiva. Foi muita emoção! Demos muitos abraços e beijos, ele nos apresentou sua linda noiva, depois seguimos para casa de mãos dadas. Ao chegarmos em casa, foi mais festa com meus pais e outros irmãos, beijos abraços,choro, risos... alegria.

Depois de algum tempo o Z. abriu a mala e distribuiu os presentes que ele havia levado para nós. Era tanta coisa que minha mãe falou: Filho, pra que tudo isso! O Z. abriu um sorriso enorme e disse: Amo vocês.

O Z. levou vários presentes para nós naquele Natal, dentre eles havia discos dos Beatles e Rolling Stones, bonecas, tecidos finos e outras coisas que nem me lembro mais. Mas o presente maior para a minha família era a presença do Z. ali, celebrando mais um dia de vida, mais um Natal de alegria.

lita duarte

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

AMIGO DANIEL


O amigo Daniel é uma pessoa muito especial. Nós nos conhecemos através dos blogs.
Um dia, fiz um post sobre uma frase de Hermann Hesse. Daniel pensava que eu estava falando de outro Hesse, e não do grande escritor. Quando esclareci de quem falava o meu post; demos boas risadas e a partir desse dia começamos uma bela amizade.

Daniel, muito obrigada pelo livro, muito obrigada por sua amizade.


AMOR NA GUERRA - Clique ai!
lita duarte