ESTÓRIAS...

ESTÓRIAS...

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

O GATO, A MENINA E A MÃE




A menina viu o gatinho em cima da árvore e perguntou para sua mãe:
-Mãe, como aquele gatinho foi parar em cima da árvore, coitadinho dele! Ele quer descer. Alguém precisa ajudá-lo.
A mãe calmamente respondeu:
-Minha filha, não se preocupe, fique sentadinha aqui em baixo da árvore, eu vou subir nela, vou tentar tirar esse gatinho maluquinho de lá de cima.
A menina responde:
-Mãe, e se você cair de lá de cima!
A mãe responde com muita firmeza:
-Filha, de árvores eu entendo e de gatos também.
A filha diz:
-Mãe, tome cuidado, vou te esperar aqui.

Continua...

lita duarte

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

ALEGRIA

Às vezes, as pessoas somem de repente, talvez porque queiram dar um tempo...
Mas é muito estranho quando alguém some de uma hora para outra.
Bem, aconteceu isso com uma amiga. Ela tinha muito contato comigo. Trocávamos e.mails, eu comentava no blog dela, e ela no meu. E era assim quase que diariamente.
De repente ela sumiu. Eu tentei me comunicar com ela, mas nada de respostas.
Aquilo me intrigava! Como pôde sumir assim! Pensei – talvez ela esteja doente. Ou, quem sabe simplesmente quer ficar longe de tudo! Mas, conhecendo um pouquinho essa minha amiga, cheguei à conclusão que não era isso não. Mas fui tocando minha vida e esperando que um dia ela aparecesse. Cheguei a pensar que talvez ela tivesse partido deste mundo. Mas o meu coração não acreditava nisso não.

Hoje, finalmente, após meses de ausência; minha amiga reapareceu.
Ela me disse que esteve muito doente, teve um estresse tão brabo que chegou a perder a memória. Teve que fazer um tratamento para ficar bem, e poder retornar para sua vida normal.

Hoje o meu coração ficou imensamente feliz. Pude ler com uma enorme alegria as palavras que minha amiga me escreveu.
Ela disse assim logo no início da conversa:
-Lita voltei!




lita duarte

terça-feira, 28 de setembro de 2010

DONA ALDA E SEU PIANO




Dona Alda era uma senhora muito animada, apesar de ser muito idosa. Ela era pianista. Adorava trabalhar com crianças carentes, ela dizia que não se pode ficar de braços cruzados vendo o tempo passar. Ela agia.

Lembro que ela ficava indignada quando não conseguia recursos para seu programa de ajuda às crianças carentes.
Então, ela reunia todas as crianças e começava a tocar piano, enquanto as crianças cantavam.
Aquilo era prazeroso demais! Era muita animação.
Era um grupo de trinta crianças, que eram tratadas com muito carinho amor e disciplina.

Dona Alda deixou bons exemplos e seguidores de sua obra.
Ela gostava de dizer um versículo bíblico que diz assim: Ensina a criança no caminho em que deve andar, e, ainda quando for velho, não se desviará dele.

“E nunca se esqueçam que educar uma criança é um grande desafio, mas vale o esforço.”

lita duarte

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

OS MOLEQUES

Foram duas horas de viagem naquela estrada poeirenta e debaixo de um sol de rachar.
Quando chegamos ao sítio, pudemos ver o estrago da chuva da noite anterior.
O senhor Zuza, que era o caseiro do sítio de Rosana dizia que estava sendo difícil manter aquele local protegido, para que os “ladrõezinhos” não entrassem lá. Ele dizia que estava a fim de largar aquilo tudo, porque a pior coisa no mundo é ficar brigando com gente ruim.

Rosana me explicou que o sítio vinha sendo alvo de moleques que iam lá para roubar frutas, mas que também maltratavam os animais e quebravam tudo o que viam pela frente.
O senhor Zuza estava cansado de brigar com eles. Da última vez que os moleques entraram no sítio, fizeram um estrago tão grande e até puseram fogo em uma parte da casa.

Rosana me levou para conhecer o sítio antes de colocá-lo à venda. Ela dizia que já estava desanimada, pois o maior problema era o que levava os moleques a se portarem daquele jeito. Eles não queriam saber de nada. Pois certa vez, ela disse que tentou ajudá-los, arrumando emprego e escola para alguns deles. Ela disse assim:
-Amiga, hoje em dia o maior problema que enfrentamos com a maioria dos jovens, é porque eles estão indo para o mundo das drogas. Como ajudá-los, se o incentivo para isso está em todos os lugares. Eu realmente não sei o que fazer. Penso que estamos num caminho sem rumo.

Passado alguns dias, Rosana vendeu o sítio. Senhor Zuza ficou sem emprego, e aquele belo lugar vai ser transformado em um pasto para animais.
Os moleques? Alguns morreram... Foram mortos, e os outros estão por aí, sem rumo.


lita duarte

sábado, 25 de setembro de 2010

"PARATY INDÍGENA"














Indígenas de Paraty lutam diariamente para manter suas origens. Tentam com muita bravura viver com dignidade, pois na busca do pão de cada dia, dificuldades são uma constante.

lita duarte

O PASSEIO

O tempo passou rápido demais naquele dia especial.
Fomos passear no Zoológico com as crianças, ficamos lá o dia todo.
Os pequenos são muito alegres, eles se distraem com as coisas mais simples.
Eu e Bete dividimos as crianças em dois grupos. Ela ficou com dez crianças nas idades de quatro e cinco anos, e eu fiquei com treze crianças nas idades de seis a sete anos.
O dia passou tão rápido que nem sentimos o tempo passar. Às vezes, uma ação pode mover tanta coisa. Quando saímos com as crianças, não imaginávamos que seria um passeio tão marcante para elas, pois, do grupo todo, apenas duas delas já haviam ido ao Zoológico. É incrível pensar na falta de atividades das crianças. Em geral, os pais quase não têm tempo para elas. Eu me pergunto. Se não tivermos tempo para nossas crianças; quem terá?

lita duarte

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

DOMINGO

Era dia de festa. Domingo tinha cheiro de festa. Todo passeio era encantado naquela época em que o tempo não importava, tínhamos todo o tempo do mundo. 

lita duarte

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

OS AMIGOS





Naquele dia de sol, os amigos se encontraram e puderam conversar muito! Falaram de tudo, era tanta saudade! Eles haviam passado muito tempo longe um do outro, tiveram que cuidar de suas vidas. E a vida é assim, às vezes, faz com que nos distanciemos de quem tanto queremos bem. Não dá para ficar de enrolação com a vida, pois ela é muito ligeira. Quando a gente percebe já passou muito tempo.

Quando paramos para pensar naqueles que queremos bem, então brota nos lábios um sorriso, porque sabemos da alegria que tivemos nos dias que se passaram.
E é assim, o tempo passa, mas ficam lembranças boas de dias alegres, porque depois de certo tempo, a gente só lembra do que foi bom. Porque no fundo bem no fundo do coração existe um sentimento eterno de bem querer.

lita duarte

terça-feira, 21 de setembro de 2010

SE VOCÊ ESTIVESSE NO MEU LUGAR, O QUE VOCÊ FARIA?

Se você estivesse no meu lugar, o que você faria?

Quantas vezes você já ouviu isso?
Bem, eu já tentei por várias vezes me colocar no lugar dos outros.
A gente sente compaixão pela dor do próximo, então faz alguma coisa, nem que seja uma palavra de ânimo, consolo, conforto etc. Mas nesse mundo doido de nossos dias está cada vez mais difícil esse tipo de atitude. É mais fácil a gente ficar calado, fingir que não viu e não ouviu nada.
Eu sei que existem situações em que é realmente muito difícil fazer alguma coisa, mas cá pra mim, sempre é possível alguma atitude, porque o conformismo é que não está com nada. É por causa do conformismo que nós estamos vendo dia a dia muitas coisas se perderem, muitas pessoas sendo oprimidas, muita coisa errada prosseguindo.

Bem, mas cada um sabe o que faz.
Outro dia, eu tive que socorrer uma pessoa ferida. Eu poderia fingir que não estava vendo nada e prosseguir o meu caminho, mas parei e fiz o que tinha que fazer. A pessoa foi socorrida, eu soube depois que ela está bem.

Por um tempo, também tive uns problemas com certa pessoa perseguindo um amigo, através de e.mails falsos. A tal pessoa ficava mandando e.mails, nos quais falava coisas horríveis desse meu amigo, pois bem, eu achava aquilo muito ruim, porque não estava certo, ora! Eu consegui confrontar essa pessoa através de seus e.mails. A infeliz caiu em sua própria armadilha. Tenho certeza, que agora ela não vai mais perturbar ninguém.

lita duarte

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

A AVÓ DA SALMA

A avó da Salma gostava de conversar com as meninas, ela não tinha problemas em se enturmar com as adolescentes. Conversava de tudo! Dizia pra gente não ser boba e confiar demais nos meninos.

Certa vez, ela contou uma parte de sua vida. Disse que quando era moça, não tinha tempo pra nada, pois sua vida era só trabalho e mais trabalho. Mas quando conheceu o Mauro, aquele que seria o seu marido, ela pensava que havia chegado o tempo bom em sua vida. Que nada, foi só ilusão, ela sofreu muito ao lado daquele homem.

Ela se casou aos dezoito anos, teve o primeiro filho nove meses depois de casada. Pensavam que ela havia casado grávida, mas ela dizia que só se relacionou sexualmente com seu marido depois do casamento. Ficou grávida na lua de mel, que ela chamava de lua de fel. Ela dizia que aqueles momentos foram terríveis. Não foi nada do que ela esperava.

Ela dizia assim para sua neta Salma.
- Minha querida neta, não se case antes dos trinta anos, amadureça, escolha o seu marido com muito cuidado. Nunca se deixe ser escolhida. Um homem tem que ser homem e não macho. Tem que olhar para você com respeito e carinho. Não deixe que ele te trate mal. Conversem sobre tudo. Nada de esconder assuntos um do outro.
Um marido tem que ser companheiro e muito amigo, senão, será só uma grande farsa o casamento.

Continua...

lita duarte

domingo, 19 de setembro de 2010

COMPANHEIROS

Os dois eram bons companheiros, ficaram amigos, desde que se conheceram na segunda série da escola primária. Vivam juntos, aprenderam a jogar futebol, nadar, tocar violão...
Na adolescência passaram bons momentos juntos descobrindo um mundo novo.
Às vezes, ambos se apaixonavam pela mesma garota, então ficavam por uns tempos separados, mas logo voltavam às boas, afinal de contas, paixão naquela idade era algo que acontecia com a maior freqüência.
Marcos e Xande colecionavam gibis, gostavam dos super-heróis. Um queria ser médico e o outro engenheiro. Estudavam muito, tinham facilidade para aprender coisas novas, eram dois garotos de bem com a vida.

Um dia, Marcos conheceu Ângela, então ficou muito apaixonado pela moça, e começou a se distanciar de Xande.
Xande achou muito estranho o comportamento de Marcos, mas respeitou, ficou na dele, embora sentisse vontade de procurar o amigo. Ele achava que não precisava acontecer um afastamento, afinal era uma paixão, um namoro, mas a amizade entre os dois, devia perdurar.

Texto escrito em 2001 por ocasião do falecimento do Xande.


lita duarte

sábado, 18 de setembro de 2010

TIO GUILI





Tio Guili tem cada uma!
O homem parece doido.
Outro dia, ele subiu em uma escada, porque queria arrumar um varal que havia quebrado.
Só que, tio Guili, como é conhecido, já não é mais criança, mas ele acha que ainda pode sair fazendo das suas. O véio é muito doido, parece até outra pessoa que eu conheço.
Bem, aconteceu o seguinte, o tio caiu da escada, acho que foi a escada que caiu com o tio na verdade.
Coitadinho dele ficou machucadinho, mas agora já está bem.
Tio Guili precisa ter mais cuidado. Ele não é mais criança.
Ele vive dizendo que vai viver muito, acha o máximo ter oitenta anos e fazer tudo o que faz.
Ele vive dizendo que a gente precisa saber viver e aproveitar o tempo.
Tio Guili é uma grande figura.

lita duarte

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

O MUNDO DE ALICE


O que aconteceria se você parasse de respirar neste exato momento?
Assim, dizendo frases absurdas, Alice fazia com seu velho companheiro.
Ele ficava imóvel olhando o vazio. Ela falava e falava, mas era só silêncio naquela casa enorme.

Os dias corriam devagar e a noite quase que se arrastava. Alice permanecia com a mesma roupa por dias e dias. Seu companheiro ficava jogado num canto observando o movimento da mulher. Ele não dizia nada, nem se arriscava. Se fizesse algum sinal, seria bombardeado com palavrões, então o pobre ficava calado.

-Porque a vida vira uma coisa estranha, Alice olhava no espelho e perguntava. Ela queria uma resposta, mas o espelho não podia dizer o que ela queria ouvir. Será que o tempo me engoliu, será que já não há saída? Alice queria respostas.
Seu companheiro olhava para ela. Naquele dia ele tomou coragem e disse.
-Alice procura ajuda enquanto você ainda pode. Você está enlouquecendo. Olhe para nós dois, parecemos farrapos. Eu não consigo fazer nada, desse jeito imóvel por essa maldita doença que me devora. Reaja, Alice!

continua...

lita duarte

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

MANUELZÃO

Gabriela e as crianças brincavam calmamente debaixo do pé de abacate.
Os cachorros começaram a latir. O senhor Manuelzão - era assim que o tio da Gabriela era chamado. Bem, ele levantou da rede em que estava tirando um cochilo e disse para a Gabriela ir com as crianças para outro lugar. Ela obedeceu ao tio, levou as crianças para dentro de casa. Os cachorros faziam um barulho tão grande e parecia que iriam subir no pé de abacate. Então, de repente caiu no chão um bichinho, não deu outra, os cachorros estraçalharam o pobrezinho. Manuelzão gritava com eles, mas que nada, naquela hora os cachorros viravam feras. Então, percebendo que lá no alto da árvore havia mais bichos, Manuelzão retirou os cachorros dali. Quando ele voltou, viu uma fêmea de gambá desesperada procurando um de seus filhotes. Ela ficou farejando o local, então o Manuelzão, com muito cuidado pegou um saco de estopa e jogou em cima dela. Assim, ele pode pegá-la nas mãos sem machucá-la. Ele viu que dentro da bolsinha dela, havia mais quatro filhotes. Com muito cuidado ele a levou para outro local.

Assim que ele voltou, chamou Gabriela, e disse o que havia ocorrido. Gabriela levou as crianças para brincar novamente embaixo do pé de abacate.
As crianças estavam curiosas e queriam saber o que havia ocorrido. Gabriela falou da mamãe gambá e seus filhotes. Só não disse sobre o bicho que havia morrido, seu tio pediu para ela não falar sobre aquilo.

O senhor Manuelzão era um homem muito cuidadoso com a Natureza. Ele ensinava que a gente precisava ter muito respeito por tudo que Deus criou. Ele adorava cuidar dos bichos feridos. Ele ensinava tudo o que sabia sobre as plantas e os animais. As crianças tinham muita consideração por ele.

lita duarte

sábado, 11 de setembro de 2010

"É IMPOSSÍVEL NÃO SENTIR DOR"




A primeira vez (1998) que vi e ouvi a Lauryn Hill cantando Doo Wop (That Thing), foi num momento muito triste de minha vida, eu havia perdido alguém muito especial.
Aquela música mexia comigo de uma maneira muito forte, mas também me fazia esquecer por alguns momentos a dor que eu sentia.

Há poucos dias atrás, a Lauryn esteve no Rio fazendo show, não fui, mas tenho ouvido muito “a minha música”.

lita duarte







Veja o vídeo. Clique!

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

"CRIANÇA FELIZ"

Gosto muito da obra literária do Vinicius de Moraes, mas sou muito fã da sua obra literária para o público infantil.
Ainda na infância pude ter contato com suas estórias e músicas para crianças.
Já cantei e contei suas músicas e estórias para meus filhos, sobrinhos, alunos e público diversificado. Um dia, quero ter netos, pois quero cantar e contar para eles, essas belas pérolas que Vinicius de Moraes nos deixou como presente.

Dedico a todos, uma música que gosto muito.

lita duarte

A Casa

Era uma casa muito engraçada
não tinha teto não tinha nada
ninguém podia entrar nela não
porque na casa não tinha chão
ninguém podia dormir na rede
porque na casa não tinha parede
ninguém podia fazer xixi
porque pinico não tinha ali
Era uma casa muito engraçada
não tinha teto não tinha nada
ninguém podia entrar nela não
porque na casa não tinha chão
ninguém podia dormir na rede
porque na casa não tinha parede
ninguém podia fazer xixi
porque pinico não tinha ali
Mas era feita com muito esmero
na rua dos bobos número zero
Mas era feita com muito esmero
na rua dos bobos número zero

Vinicius de Moraes

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

O POBRE HOMEM

Na cidade havia um homem que andava de cabeça baixa como se quisesse tocar o chão com a cara.
As pessoas viviam intrigadas com o jeito dele se portar, parecia que ele estava descontente com a vida. Ninguém tinha coragem de perguntar se ele precisava de ajuda.

Certo dia, alguém disse que aquele homem andava daquele jeito porque na juventude ele havia sido uma pessoa muito perversa. Por isso, andava assim, querendo tocar o chão com a cara, porque se sentia envergonhado pelos seus atos de outrora.
Agora que estava velho e doente e sabia que cedo ou tarde morreria, então vivia assim.

Também diziam que ele havia tirado a vida de uma pessoa e por isso andava desse jeito como se sentisse o peso do remorso.
Diziam tantas coisas daquele homem, mas ninguém sabia ao certo o que de fato teria ocorrido com ele.

Um dia, o homem caiu na rua e morreu, então foram até sua casa para avisar um seu familiar, mas não encontraram ninguém. Entraram na casa para pegar roupas e documentos para que ele pudesse ser enterrado. Dentro da casa encontraram uma parede forrada de retratos de uma mulher e uma mala cheia de cartas. As cartas eram da tal mulher que ficou esperando muito tempo que o tal homem tomasse uma decisão na vida. Em uma das últimas cartas, a mulher dizia que estava muito doente e que não dava para esperar mais. Ela também dizia que não importava nada, porque o importante foi o amor que ela sentiu por ele. Isso bastava.

Depois desse episódio concluíram que o pobre homem se fechou para o mundo e passou a viver de um passado no qual ele não teve coragem para mudar o rumo de sua história.

lita duarte.

terça-feira, 7 de setembro de 2010

"PRESENÇA VERDE"





Aquelas árvores têm muitas estórias.
Quando olho para elas, fico imaginando quantas pessoas já foram influenciadas com suas presenças.
Quantos encontros e desencontros, chegadas e partidas, amores e desamores, alegrias e tristezas...
Andar naquele espaço entre elas dá uma sensação muito boa. O tempo parece fazer uma longa pausa só pra gente sentir melhor o toque da vida.

lita duarte